Esses são os vídeos de Judy e Lawrence durante o lançamento da edição especial e comemorativa de Tiger Eyes (Olhos de Tigre), com a capa do filme, na livraria "Barnes and Noble".
A nova edição do livro, além da capa com a foto de Willa Holland como Davey, contem páginas especiais chamadas "Behind the Scenes with Judy" com comentários e fotos exclusivas do filme e bastidores. São 16 páginas coloridas adicionais.
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domingo, 28 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
Depois de 44 anos, Hollywood é finalmente inteligente o suficiente para fazer um filme Judy Blume.
Publicada no The Village Voice Movies.
Escrito por Nick Schager.
O primeiro romance de Judy Blume, The One in the Middle is the Green Kangaroo, foi publicado em 1969, mas só agora, 44 anos depois, que a primeira adaptação para o cinema de um de seus trabalhos - Olhos de Tigre, de 1981, finalmente estreiou nos cinemas.
Isto é uma vergonha. Pode-se imaginar muitas razões para tal insanidade. No entanto, há uma explicação que simplesmente não pode ser ignorada: o desinteresse contínuo de Hollywood em retratar a jovem feminilidade, com seriedade, uma questão que não está confinada apenas a um filme (veja também, nos seus arriscados programas teens da TV). Para um autor da estatura de Blume, com sucesso e humanidade nunca antes traduzidos para as grandes telas, é um comentário condenatório no cinema americano, especialmente considerando-se que, como histórias sobre pessoas comuns que navegam em meio a suas lutas pessoais, sociais e familiares, esses requerem uma fração do investimento logístico e monetário exigido por tantos projetos de estúdios repletos de estrelas.
Tudo isso é motivo para comemorar o lançamento de Tiger Eyes - Olhos de Tigre, e os holofotes que estão brilhando para sua célebre autora.
Olhos de Tigre conta a história de Davey (Willa Holland), uma garota que após o assassinato de seu pai, muda-se para o Novo México com sua mãe, agoniada e viciada em remédios, e o seu irmão mais novo. Eles passam a viver os tios, uma mudança geográfica acompanha por sentimentos e lutas pessoais, como Davey aprende a lidar com a morte, responsabilidade e o crescente sentimento amoroso e sexual em um local externo. É um conto contado com sensibilidade e coração, tanto no romance de Blume, quanto no novo filme dirigido por seu filho Lawrence, que mostra uma fidelidade surpreendente ao material de origem de sua mãe, que foi a co-roteirista do longa.
Embora seja um pouco minado por um enredo que parece desenvolver um final onde alguns dos dilemas de sua protagonista podem ser facilmente resolvidos, o filme continua sendo um olhar sério a desconcertante sobre a experiência da adolescência, especialmente quando mergulhada no trauma da perda, na confusão provocada pelo deslocamento, e na emoção e o medo que vem desde os primeiros lampejos de amor. É a verdade para a vida, transmitinda através da confusão emocional trazida pela experiência humana real.
Quando Blume apresentou pela primeira vez ao seu editor o manuscrito de Olhos de Tigre, incluiu um momento em que Davey se masturba no chuveiro com o pensamento em Wolf, o índio bonitão nativo americano com quem desenvolve uma relação. Depois de muito debate, Blume voluntariamente decidiu cortar a cena. Para se reverter sutilmente dessa decisão, a autora foi astuta, há um momento no filme, onde Davey está no chuveiro, sorrindo, depois de um encontro com o Wolf.
Tal implicação está em sintonia com o trabalho para jovens adultos, que aborda uma série de questões juvenis, com uma honestidade, transparência e falta de sensacionalismo, que, especialmente no momento da década de 1970 e 80, eram temas muito raros, seja a puberdade e fé (Are You There God? It's Me, Margaret), o assédio moral (Blubber), as ansiedades pela imagem corporal (Deenie), rivalidade entre irmãos e frustração (Tales of a Fourth Grade Nothing, e nos livros da série Fudge) e sexo (Forever). Para os meninos e meninas, da mesma forma, o trabalho de Blume era alegre e engraçado, mas, o mais importante, era compreensível, você pode ver a si mesmo em seus personagens e suas crises, sem ter que tentar. Agora há uma infindável variedade de romances de pensamento similar disponíveis para leitores iniciantes (minhas próprias filhas gostam particularmente da série de Barbara Park, Junie B.Jones) que confirmam a velha teoria sobre imitação e lisonja. Mais importante, porém, fala com uma fome incansável de não ficção, que é ao mesmo tempo cômica, sincera e autêntica.
A fome que Hollywood, é claro, não tem quase interesse em satisfazer-se. É verdade, tem havido exceções: "Quatro Amigas e um Jeans Viajante", bem como a adaptação de "Ramona e Beezus" de Beverly Cleary, tiveram como alvo o mesmo tipo de mercado iniciado por Blume, e até mesmo a série "Diário de um Banana", filmes que tem focado mais na vida dos meninos. E claro, "Crepúsculo" e "Jogos Vorazes", franquias que provaram ser veículos do gênero, sendo imensamente populares e lucrativas e com narrativas de jovens mulheres.
No entanto, estas são notas de rodapé raras em um meio que as grandes ações e fantasias são de orientação masculina acima de todas as outras preocupações, uma cultura cinematográfica que possui centenas de lançamentos nacionais anuais, mas que ainda deixa as jovens espectadoras (especialmente aquelas com interesse em roteiros realistas, dramas discretos) em um meio-fio multiplex. E, para agravar o problema, esse tipo de jovens e suas extravagâncias parecem cada vez mais ter a intenção de descrever as mulheres de maneiras sexualizadas, a tal ponto que até mesmo o filme "Oz: Mágico e Poderoso" sentiu a necessidade de re-imaginar a Bruxa Malvada do Oeste como uma mulher bela verde com grandes seios.
A falta do contraponto a representações da feminilidade é agora tão drástica que um filme tão modesto e despretensioso como "Olhos de Tigre" ressoa como uma revelação. Isso não quer enganar o diretor Lawrence Blume, que tem uma refrescante franqueza, provavelmente nascida da capacidade dos cineastas para manter um estreito controle criativo limitado aos $ 2 milhões do projeto, que carrega isso sobre seus patches mais instáveis. Pelo contrário, é simplesmente para sublinhar quão horrenda tornou-se a atual paisagem cinematográfica em termos de perseguir ativamente o tween feminino e o público adolescente, que por sua vez, faz "Olhos de Tigre" não apenas uma lufada de ar fresco, mas também uma oportunidade bem incomum para os cinéfilos de expressar suas demandas com a única coisa que Hollywood sempre entende: o dólar.
Original em Ingês aqui.
Escrito por Nick Schager.
O primeiro romance de Judy Blume, The One in the Middle is the Green Kangaroo, foi publicado em 1969, mas só agora, 44 anos depois, que a primeira adaptação para o cinema de um de seus trabalhos - Olhos de Tigre, de 1981, finalmente estreiou nos cinemas.
Isto é uma vergonha. Pode-se imaginar muitas razões para tal insanidade. No entanto, há uma explicação que simplesmente não pode ser ignorada: o desinteresse contínuo de Hollywood em retratar a jovem feminilidade, com seriedade, uma questão que não está confinada apenas a um filme (veja também, nos seus arriscados programas teens da TV). Para um autor da estatura de Blume, com sucesso e humanidade nunca antes traduzidos para as grandes telas, é um comentário condenatório no cinema americano, especialmente considerando-se que, como histórias sobre pessoas comuns que navegam em meio a suas lutas pessoais, sociais e familiares, esses requerem uma fração do investimento logístico e monetário exigido por tantos projetos de estúdios repletos de estrelas.
Tudo isso é motivo para comemorar o lançamento de Tiger Eyes - Olhos de Tigre, e os holofotes que estão brilhando para sua célebre autora.
Embora seja um pouco minado por um enredo que parece desenvolver um final onde alguns dos dilemas de sua protagonista podem ser facilmente resolvidos, o filme continua sendo um olhar sério a desconcertante sobre a experiência da adolescência, especialmente quando mergulhada no trauma da perda, na confusão provocada pelo deslocamento, e na emoção e o medo que vem desde os primeiros lampejos de amor. É a verdade para a vida, transmitinda através da confusão emocional trazida pela experiência humana real.
Quando Blume apresentou pela primeira vez ao seu editor o manuscrito de Olhos de Tigre, incluiu um momento em que Davey se masturba no chuveiro com o pensamento em Wolf, o índio bonitão nativo americano com quem desenvolve uma relação. Depois de muito debate, Blume voluntariamente decidiu cortar a cena. Para se reverter sutilmente dessa decisão, a autora foi astuta, há um momento no filme, onde Davey está no chuveiro, sorrindo, depois de um encontro com o Wolf.
Tal implicação está em sintonia com o trabalho para jovens adultos, que aborda uma série de questões juvenis, com uma honestidade, transparência e falta de sensacionalismo, que, especialmente no momento da década de 1970 e 80, eram temas muito raros, seja a puberdade e fé (Are You There God? It's Me, Margaret), o assédio moral (Blubber), as ansiedades pela imagem corporal (Deenie), rivalidade entre irmãos e frustração (Tales of a Fourth Grade Nothing, e nos livros da série Fudge) e sexo (Forever). Para os meninos e meninas, da mesma forma, o trabalho de Blume era alegre e engraçado, mas, o mais importante, era compreensível, você pode ver a si mesmo em seus personagens e suas crises, sem ter que tentar. Agora há uma infindável variedade de romances de pensamento similar disponíveis para leitores iniciantes (minhas próprias filhas gostam particularmente da série de Barbara Park, Junie B.Jones) que confirmam a velha teoria sobre imitação e lisonja. Mais importante, porém, fala com uma fome incansável de não ficção, que é ao mesmo tempo cômica, sincera e autêntica.
No entanto, estas são notas de rodapé raras em um meio que as grandes ações e fantasias são de orientação masculina acima de todas as outras preocupações, uma cultura cinematográfica que possui centenas de lançamentos nacionais anuais, mas que ainda deixa as jovens espectadoras (especialmente aquelas com interesse em roteiros realistas, dramas discretos) em um meio-fio multiplex. E, para agravar o problema, esse tipo de jovens e suas extravagâncias parecem cada vez mais ter a intenção de descrever as mulheres de maneiras sexualizadas, a tal ponto que até mesmo o filme "Oz: Mágico e Poderoso" sentiu a necessidade de re-imaginar a Bruxa Malvada do Oeste como uma mulher bela verde com grandes seios.
A falta do contraponto a representações da feminilidade é agora tão drástica que um filme tão modesto e despretensioso como "Olhos de Tigre" ressoa como uma revelação. Isso não quer enganar o diretor Lawrence Blume, que tem uma refrescante franqueza, provavelmente nascida da capacidade dos cineastas para manter um estreito controle criativo limitado aos $ 2 milhões do projeto, que carrega isso sobre seus patches mais instáveis. Pelo contrário, é simplesmente para sublinhar quão horrenda tornou-se a atual paisagem cinematográfica em termos de perseguir ativamente o tween feminino e o público adolescente, que por sua vez, faz "Olhos de Tigre" não apenas uma lufada de ar fresco, mas também uma oportunidade bem incomum para os cinéfilos de expressar suas demandas com a única coisa que Hollywood sempre entende: o dólar.
Original em Ingês aqui.
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quarta-feira, 26 de junho de 2013
Trailer legendado de "Olhos de Tigre"
Saiu o trailer legendado em português do filme "Tiger Eyes", que já podemos chamar por aqui de "Olhos de Tigre", título do livro lançado no Brasil. A escita poderosa de Judy Blume, em primeira pessoa, já pode ser lida nos primeiros momentos do trailer, quando Davey se questiona sobre a morte. Confiram:
Queria saber como é estar morto. Eu espero que isso seja pacífico, como se estivesse flutuando.
Eu espero que você não fique pensando em como você morreu e o porquê. Como isso não faz sentido.
A coisa é que...é tudo tão "Final".
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terça-feira, 25 de junho de 2013
Fotos: Judy, Lawrence Blume e Amy Jo Johnson na World Premiere de Tiger Eyes
Vários sites publlicaram as fotos da premiere de Tiger Eyes em Nova York, que contou com a presença da autora Judy Blume, do diretor Lawrence Blume e de Amy Jo Johnson. Confiram:
Em 7 de junho, Tiger Eyes estreou nos cinemas dos Estados Unidos e também foi lançado simultaneamente em Video On Demand e iTunes. Co-escrito por Judy e Lawrence, que também dirigiu, este filme é a primeira adaptação de um dos romances da autora icônica. A atriz Amy Jo Johnson, que interpreta a mãe da personagem principal do filme, juntou-se aos Blumes na coletiva de imprensa na estreia do filme que aconteceu no AMC Theaters, na Times Square, em Nova York. (School Library Journal)
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sexta-feira, 21 de junho de 2013
MTV: 5 coisas para fazer antes de ver "Tiger Eyes"
O site da MTV Americana, citou 5 coisas para fazer antes de ver o filme "Tiger Eyes", logo abaixo está a matéria traduzida:
A adaptação cinematográfica do livro best-seller da romancista Judy Blume "Tiger Eyes", está nos cinemas a partir desta semana. E enquanto nós estamos animados para ver a Willa Holland, de "The OC / Gossip Girl" assumir o papel de Davey Wexler, uma jovem adolescente que reside no Novo México depois que seu pai é assassinado, ainda estamos sem acreditar que ninguém nunca fez um filme a partir de um livro de Judy Blume.
Afinal, ela estava fazendo isso muito antes de isso tornar-se legal e provavelmente muito antes de a maioria de nós ter nascido. Apesar desse intervalo de tempo, os seus livros estão cheios até a borda de drama de jovens adultos, angústia, sentimento de peixe-fora-de-água, para uma experiência teatral! E graças a Deus, Judy Blume e o diretor que é seu filho, Lawrence, colocou um fim a essa absurda demora, e assim surgiu "Tiger Eyes". Esperamos que esse seja o início de uma coisa maravilhosa.
Portanto, antes de ver este filme, aqui estão as cinco coisas que você realmente deve fazer.
1. Leia o livro:
Judy Blume já era super famosa como escritora quando publicou "Tiger Eyes", em 1981, e foi bem recebida, em seguida, entre os leitores jovens adultos. A história retrata alguns temas preocupantes a muito adultos, como depressão, suicídio, alcoolismo e homicídio, levando muitos ativistas super protetores naquele tempo a tentar mantê-lo fora das mãos dos leitores jovens impressionáveis. A reação garantiu um lugar na lista de preferências dos 100 livros mais contestados da American Library Association.
2. Viaje para o Novo México:
A história se desenrola em meio a surreal paisagem árida da "terra do encantamento", em particular, na cidade de Los Alamos. Já que você terá uma boa visão do cenário Novo- Mexicano no filme, você realmente terá que experimentar ir até lá, para ver o poder do lugar.
3. Vá para um longo passeio de bicicleta:
Faça como Davey Wexler a pedalar pela cidade por algumas horas. É uma ótima maneira de obter um pouco de ar fresco e limpar sua cabeça.
4. Seja voluntário em um hospital:
Nossa heroína passa parte de sua jornada a procura da alma, no Novo México ela começa a trabalhar como uma voluntária, em um hospital local. É um programa que garante ajudá-la a conhecer novas pessoas e ganhar alguma perspectiva valiosa sobre a vida. E o uniforme listrado de doces é totalmente opcional. Há os pontos de bônus se você poder encontrar um e usá-lo.
5. Dê a si mesmo um nome de animal:
Wolf, Tiger ... que majestoso animal que você escolheria para seu pseudônimo? Qual representa melhor o que lhe fortalece mascarando seu tumulto interior?
FONTE:
http://hollywoodcrush.mtv.com/2013/06/07/tiger-eyes-prep-school/
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Estreia de Tiger Eyes é destaque na midia americana!
A estreia Tiger Eyes levou Judy Blume e Lawrence Blume aos holofotes do cinema e entretenimento nessa fim de semana! Eles foram destaque em programas TV, rádio, jornais e revistas.Confiram o que rolou com a chegada do filme aos cinemas!
TV e vídeos:
- Good Day NY: Judy Blume esteve no programa de TV, Good Day New York, da Fox, para divulgar o filme Tiger Eyes. Ela falou sobre a adaptação dos personagens, sobre seu filho ter sido o diretor e sobre como está sendo ver pela primeira vez um de seus livros virar um filme.
- Huff Post Live: Judy Blume e o diretor Lawrence Blume, estiveram ao vivo na manhã de estreia de Tiger Eyes, no programa de TV Huff Post Live. Durante meia hora, eles conversaram com o apresentador Mike Sacks sobre a chegada de Tiger Eyes aos cinemas.
- Los Angeles Times: Registrou o encontro de Judy Blume com sua protagonista, a atriz Willa Holland. Além da entrevista impressa, as duas aparecem juntas no vídeo, folheando as páginas da nova edição do livro Tiger Eyes:
- Entertainment News Pop: Divulgou uma matéria e vídeo noticiando a estreia do filme nos cinemas americanos e destacando a autora Judy Blume:
- Chelsea Lately: Judy Blume foi a convidada especial do programa de TV, Chelsea Lately. Em um clima super descontraído, simulando uma festa do pijama só para meninas, ela falou sobre a estreia de Tiger Eyes e sobre seus livros.
- Movies on Demand: Divulgou uma entrevista inédita com Judy Blume, onde ela contou mais detalhes dos bastidores da transformação do livro em filme.
- Movie City News: Publicou um vídeo com uma entrevista de Lawrence Blume, contando detalhes de seu trabalho de diretor em Tiger Eyes e do prazer de trabalhar com sua mãe.
- Chicago Tribune: Acompanhou Judy Blume falando sobre sua carreira e Tiger Eyes, direto do auditório Cindy Pritzker em Chicago, durante o "Printers Row Lit Fest".
- NCTC 17 - Exibiu uma entrevista com Judy Blume no quadro "Authors Revealed". Ela também falou sobre como surgiu a proposta para fazer o filme de Tiger Eyes:
Sites, revistas, jornais e rádios:
- Aceshowbiz: Entrevistou Lawrence Blume, que disse que esse filme é uma espécie de espelho de sua própria história.
Confiram a matéria aqui.
- Today: Publicou uma matéria especial sobre Judy Blume e Tiger Eyes na sessão Books.
Confiram a matéria aqui.
- Elle Magazine: A revista Elle publicou uma entrevista com Willa Holland, que falou sobre sua personagem Davey em Tiger Eyes.
Confiram a matéria aqui.
- Break Radio Show: Entrevistou o diretor Lawrence Blume por telefone e publicou uma matéria especial sobre o filme.
Confiram o áudio da entrevista aqui.
- Sun Times: O jornal Sun Times publicou um artigo especial sobre a estreia de Tiger Eyes nos cinemas.
Confiram a matéria aqui.
- The New York Times: Publicou mais uma matéria sobre o filme, dessa vez com uma review sobre o filme.
Confiram aqui.
- San Francisco Alice 97.3: Judy Blume e Lawrence Blume deram uma entrevista a rádio San Francisco CBS 97.3, onde falaram sobre o amor ao Novo México, onde o filme foi rodado, e sobre diversas curiosidades, como a aparição especial de Judy Blume e seu marido em uma rápida cena:
Confiram o áudio da entrevista aqui
- Vanity Fair: Judy Blume foi entrevistada por Andrea Cuttler no VF Daily.
Confiram a matéria aqui.
- Times: A revista Times também entrevistou Judy Blume e publicou uma matéria sobre o filme de Tiger Eyes.
Confiram aqui.
- Entertainment Weekly: A revista publicou mais dois artigos sobre o filme e Judy Blume:
Confiram aqui e aqui.
- MTV Hollywood Crush: Fez uma matéria destacando Tiger Eyes e apontando mais 3 livros de Judy Blume que poderiam se tornar filmes.
Confiram a matéria aqui.
- Gurl: O portal Gurl divulgou uma entrevista com Willa Holland, a Davey.
Confiram a entrevista aqui.
- Fairfax City: Escreveu uma matéria sobre a estreia do filme em Fairfax City.
Confiram aqui.
- Los Angeles Times: Publicou um artigo com uma entrevista com Judy Blume.
Confiram o artigo aqui.
- Yahoo: O portal de notícias Yahoo tambem publicou uma matéria sobre Tiger Eyes.
Confiram a matéria aqui.
- Examiner: Publicou uma matéria com diretor Lawrence Blume.
Confiram a matéria aqui.
- Indian Country Today: Publicou uma entrevista com Tatanka Means, o Wolf.
Confiram aqui.
- Miami Herald: O jornal publicou uma matéria especial para a estreia do filme.
Confiram aqui.
- NPR Book: Realizou uma entrevista com Judy Blume.
Confiram o áudio da entrevista aqui.
- Chicago Tribune: Publicou duas matéria sobre o flme e Judy Blume:
Confiram aqui e aqui.
- Village Voice: Matéria especial de Tiger Eyes na sessão Movies:
Confiram aqui.
- College News: Mais um artigo sobre o filme:
Confiram aqui.
- Pop Dose: Falou sobre Tiger Eyes, e apontou 10 filmes de livros de romance para jovens adultos.
Confiram aqui.
- The Jewish Daily: Também publicou sobre a estreia do filme:
Confiram aqui.
- The Hollywood Reporter: Publicou uma matéria especial sobre o filme:
Confiram aqui.
* Foi bastante coisa que saiu ao mesmo tempo, tanto vídeos, matérias, reportagens especiais e tentamos reunir isso aqui no post, mas não conseguimos tudo ainda.Caso achem mais links sobre esse primeiro fim de semana do filme dos cinemas, podem enviar pelo nosso facebook e pela caixa de chat ao lado.
TV e vídeos:
- Good Day NY: Judy Blume esteve no programa de TV, Good Day New York, da Fox, para divulgar o filme Tiger Eyes. Ela falou sobre a adaptação dos personagens, sobre seu filho ter sido o diretor e sobre como está sendo ver pela primeira vez um de seus livros virar um filme.
- Huff Post Live: Judy Blume e o diretor Lawrence Blume, estiveram ao vivo na manhã de estreia de Tiger Eyes, no programa de TV Huff Post Live. Durante meia hora, eles conversaram com o apresentador Mike Sacks sobre a chegada de Tiger Eyes aos cinemas.
- Los Angeles Times: Registrou o encontro de Judy Blume com sua protagonista, a atriz Willa Holland. Além da entrevista impressa, as duas aparecem juntas no vídeo, folheando as páginas da nova edição do livro Tiger Eyes:
- Entertainment News Pop: Divulgou uma matéria e vídeo noticiando a estreia do filme nos cinemas americanos e destacando a autora Judy Blume:
- Chelsea Lately: Judy Blume foi a convidada especial do programa de TV, Chelsea Lately. Em um clima super descontraído, simulando uma festa do pijama só para meninas, ela falou sobre a estreia de Tiger Eyes e sobre seus livros.
- Movies on Demand: Divulgou uma entrevista inédita com Judy Blume, onde ela contou mais detalhes dos bastidores da transformação do livro em filme.
- Movie City News: Publicou um vídeo com uma entrevista de Lawrence Blume, contando detalhes de seu trabalho de diretor em Tiger Eyes e do prazer de trabalhar com sua mãe.
- Chicago Tribune: Acompanhou Judy Blume falando sobre sua carreira e Tiger Eyes, direto do auditório Cindy Pritzker em Chicago, durante o "Printers Row Lit Fest".
- NCTC 17 - Exibiu uma entrevista com Judy Blume no quadro "Authors Revealed". Ela também falou sobre como surgiu a proposta para fazer o filme de Tiger Eyes:
Sites, revistas, jornais e rádios:
- Aceshowbiz: Entrevistou Lawrence Blume, que disse que esse filme é uma espécie de espelho de sua própria história.
Confiram a matéria aqui.
- Today: Publicou uma matéria especial sobre Judy Blume e Tiger Eyes na sessão Books.
Confiram a matéria aqui.
- Elle Magazine: A revista Elle publicou uma entrevista com Willa Holland, que falou sobre sua personagem Davey em Tiger Eyes.
Confiram a matéria aqui.
- Break Radio Show: Entrevistou o diretor Lawrence Blume por telefone e publicou uma matéria especial sobre o filme.
Confiram o áudio da entrevista aqui.
- Sun Times: O jornal Sun Times publicou um artigo especial sobre a estreia de Tiger Eyes nos cinemas.
Confiram a matéria aqui.
- The New York Times: Publicou mais uma matéria sobre o filme, dessa vez com uma review sobre o filme.
Confiram aqui.
- San Francisco Alice 97.3: Judy Blume e Lawrence Blume deram uma entrevista a rádio San Francisco CBS 97.3, onde falaram sobre o amor ao Novo México, onde o filme foi rodado, e sobre diversas curiosidades, como a aparição especial de Judy Blume e seu marido em uma rápida cena:
Confiram o áudio da entrevista aqui
- Vanity Fair: Judy Blume foi entrevistada por Andrea Cuttler no VF Daily.
Confiram a matéria aqui.
- Times: A revista Times também entrevistou Judy Blume e publicou uma matéria sobre o filme de Tiger Eyes.
Confiram aqui.
- Entertainment Weekly: A revista publicou mais dois artigos sobre o filme e Judy Blume:
Confiram aqui e aqui.
- MTV Hollywood Crush: Fez uma matéria destacando Tiger Eyes e apontando mais 3 livros de Judy Blume que poderiam se tornar filmes.
Confiram a matéria aqui.
- Gurl: O portal Gurl divulgou uma entrevista com Willa Holland, a Davey.
Confiram a entrevista aqui.
- Fairfax City: Escreveu uma matéria sobre a estreia do filme em Fairfax City.
Confiram aqui.
- Los Angeles Times: Publicou um artigo com uma entrevista com Judy Blume.
Confiram o artigo aqui.
- Yahoo: O portal de notícias Yahoo tambem publicou uma matéria sobre Tiger Eyes.
Confiram a matéria aqui.
- Examiner: Publicou uma matéria com diretor Lawrence Blume.
Confiram a matéria aqui.
- Indian Country Today: Publicou uma entrevista com Tatanka Means, o Wolf.
Confiram aqui.
- Miami Herald: O jornal publicou uma matéria especial para a estreia do filme.
Confiram aqui.
- NPR Book: Realizou uma entrevista com Judy Blume.
Confiram o áudio da entrevista aqui.
- Chicago Tribune: Publicou duas matéria sobre o flme e Judy Blume:
Confiram aqui e aqui.
- Village Voice: Matéria especial de Tiger Eyes na sessão Movies:
Confiram aqui.
- College News: Mais um artigo sobre o filme:
Confiram aqui.
- Pop Dose: Falou sobre Tiger Eyes, e apontou 10 filmes de livros de romance para jovens adultos.
Confiram aqui.
- The Jewish Daily: Também publicou sobre a estreia do filme:
Confiram aqui.
- The Hollywood Reporter: Publicou uma matéria especial sobre o filme:
Confiram aqui.
* Foi bastante coisa que saiu ao mesmo tempo, tanto vídeos, matérias, reportagens especiais e tentamos reunir isso aqui no post, mas não conseguimos tudo ainda.Caso achem mais links sobre esse primeiro fim de semana do filme dos cinemas, podem enviar pelo nosso facebook e pela caixa de chat ao lado.
domingo, 9 de junho de 2013
Tiger Eyes é destaque do The New York Times (Parte 2)
Confiram a tradução da segunda parte da matéria especial do "The New York
Times" sobre a chegada de "Tiger Eyes" aos
cinemas. A autora Judy Blume e seu filho, Lawrence Blume foram
entrevistados diretamente do apartamento de Judy.
Eles estavam filmando no Novo México há pouco mais de um ano antes. Willa Holland, de "Gossip Girl" e "Arrow", estrela como Davey, e Tatanka Means desempenha Wolf, o belo índio americano que ela encontra explorando os canyons. Tatanka Means, ator e comediante, é um filho do índio ativista americano Russell Means, que também interpreta seu pai, em um de seus últimos papéis no cinema (ele morreu ano passado). Por causa do orçamento e razões logísticas, muitas outras partes foram preenchidas por moradores locais.
Para a Sra. Blume, retornar para Los Alamos foi pessoalmente catártico. Ela não tinha voltado desde o fim de seu segundo casamento. (Ela é casada com o Mr. Cooper, ex-professor de direito, há 33 anos.) "Eu não queria ver aquele lugar outra vez", disse ela. E desde "Olhos de Tigre", o livro é uma crítica à sensibilidade que existe lá, ela esteve preocupada e achava que não seria bem-vinda. Em vez disso, ela foi até convidada para falar em uma escola.
"Todo mundo foi tão maravilhoso", disse ela, sorrindo. "E eles não me odeiam por ter escrito este livro."
"Olhos de Tigre" O filme foi apresentado no circuito de festivais e a Sra. Blume atraiu multidões, lotações, ingressos esgotados. No Festival de Cinema de Palm Beach, onde ganhou o prêmio do júri de "Melhor filme" no ano passado, o público compareceu com suas cópias antigas do livro, disse Randi Emerman, o fundador do festival.
No Festival de Cinema de Montclair, em Nova Jersey, as mães trouxeram suas filhas adolescentes, destacando o apelo multi geracional do filme, disse Thom Powers, um diretor artístico do festival. Mesmo em uma época em que "Crepúsculo" e "Jogos Vorazes" governam as listas de best-sellers e bilheterias, "Olhos de Tigre" se destaca. "Você não tem muitos filmes sobre adolescentes que são sutis, não são histéricos, onde você realmente gostaria de levar uma garota adolescente para um parente para ver", disse ele.
Ainda assim, Mr. Blume esteve preocupado com uma possível decepção dos fãs de sua mãe. Isso levou Ms. Blume a incluir detalhes que os leitores obcecados (eles mandaram Tweets para ela) pediram, como a colocação de um saco de papel misterioso. O orçamento e cronograma também deixaram pouco espaço para erros. "Nós tivemos que filmar quatro grandes cenas emocionais em um dia", disse ele. "Normalmente, você filma uma".
"Mas nós temos total controle artístico", acrescentou. "Então, para melhor ou pior, é o nosso filme." Especialmente, porque o filme foi pego por uma distribuidora independente, a Freestyle Releasing, sem muito dinheiro para marketing. Ms. Blume reagiu, intensificando a sua própria promoção do filme. "As pessoas do twitter estão cansadas de me ouvir falar sobre isso", disse ela, que usa o Twitter também por razões não profissionais. "Eu entrei lá e eu só gostava dele, e eu considero as pessoas de que eu leio os tweets, todos os dias, amigos", disse ela. (Seus seguidores incluem Salman Rushdie, Judd Apatow e Zooey Deschanel).
Ela tem um novo apetite para o cinema indie: Um esboço para uma adaptação de "Irmãs de Verão", seu romance de 1998 para adultos, está se formando e ela já disse a seu filho "Estrutura-me!". Nesse meio tempo ela está trabalhando em um novo livro que ela deixou de lado quase quatro anos para fazer o filme. Perto da década de 1950, ela passou por um momento difícil em sua adolescência em Elizabeth, NJ, um assunto que ainda é novo para ela.
Seu pai morreu de repente, quando ela era jovem. "Ele foi o pai que eu adorava, e minha mãe viveu mais 30 anos e nunca foi capaz de falar na minha frente, sobre aquele dia em que meu pai morreu - nunca," Ms. Blume disse, com a voz cada vez mais tranquila. Quando escreveu "Olhos de Tigre", ela acreditava que tinha sido inspirada pela família de um amigo.
"Eu nunca soube que o fato da mãe de Davey não ser capaz de lidar com essa dor, tinha algo haver com minha mãe", disse ela. "Talvez não tenha sido só depois que eu vi o filme, mas eu percebi, pensei em como eu não poderia ter sabido disso? Meu Deus, essa sou eu."
Original em inglês aqui.
The New York Times:
"O Livro da mãe é filme de seu filho"
Parte 2:
![]() |
| Willa Holland em “Tiger Eyes.” |
Para a Sra. Blume, retornar para Los Alamos foi pessoalmente catártico. Ela não tinha voltado desde o fim de seu segundo casamento. (Ela é casada com o Mr. Cooper, ex-professor de direito, há 33 anos.) "Eu não queria ver aquele lugar outra vez", disse ela. E desde "Olhos de Tigre", o livro é uma crítica à sensibilidade que existe lá, ela esteve preocupada e achava que não seria bem-vinda. Em vez disso, ela foi até convidada para falar em uma escola.
"Todo mundo foi tão maravilhoso", disse ela, sorrindo. "E eles não me odeiam por ter escrito este livro."
"Olhos de Tigre" O filme foi apresentado no circuito de festivais e a Sra. Blume atraiu multidões, lotações, ingressos esgotados. No Festival de Cinema de Palm Beach, onde ganhou o prêmio do júri de "Melhor filme" no ano passado, o público compareceu com suas cópias antigas do livro, disse Randi Emerman, o fundador do festival.
No Festival de Cinema de Montclair, em Nova Jersey, as mães trouxeram suas filhas adolescentes, destacando o apelo multi geracional do filme, disse Thom Powers, um diretor artístico do festival. Mesmo em uma época em que "Crepúsculo" e "Jogos Vorazes" governam as listas de best-sellers e bilheterias, "Olhos de Tigre" se destaca. "Você não tem muitos filmes sobre adolescentes que são sutis, não são histéricos, onde você realmente gostaria de levar uma garota adolescente para um parente para ver", disse ele.
Ainda assim, Mr. Blume esteve preocupado com uma possível decepção dos fãs de sua mãe. Isso levou Ms. Blume a incluir detalhes que os leitores obcecados (eles mandaram Tweets para ela) pediram, como a colocação de um saco de papel misterioso. O orçamento e cronograma também deixaram pouco espaço para erros. "Nós tivemos que filmar quatro grandes cenas emocionais em um dia", disse ele. "Normalmente, você filma uma".
"Mas nós temos total controle artístico", acrescentou. "Então, para melhor ou pior, é o nosso filme." Especialmente, porque o filme foi pego por uma distribuidora independente, a Freestyle Releasing, sem muito dinheiro para marketing. Ms. Blume reagiu, intensificando a sua própria promoção do filme. "As pessoas do twitter estão cansadas de me ouvir falar sobre isso", disse ela, que usa o Twitter também por razões não profissionais. "Eu entrei lá e eu só gostava dele, e eu considero as pessoas de que eu leio os tweets, todos os dias, amigos", disse ela. (Seus seguidores incluem Salman Rushdie, Judd Apatow e Zooey Deschanel).
Ela tem um novo apetite para o cinema indie: Um esboço para uma adaptação de "Irmãs de Verão", seu romance de 1998 para adultos, está se formando e ela já disse a seu filho "Estrutura-me!". Nesse meio tempo ela está trabalhando em um novo livro que ela deixou de lado quase quatro anos para fazer o filme. Perto da década de 1950, ela passou por um momento difícil em sua adolescência em Elizabeth, NJ, um assunto que ainda é novo para ela.
Seu pai morreu de repente, quando ela era jovem. "Ele foi o pai que eu adorava, e minha mãe viveu mais 30 anos e nunca foi capaz de falar na minha frente, sobre aquele dia em que meu pai morreu - nunca," Ms. Blume disse, com a voz cada vez mais tranquila. Quando escreveu "Olhos de Tigre", ela acreditava que tinha sido inspirada pela família de um amigo.
"Eu nunca soube que o fato da mãe de Davey não ser capaz de lidar com essa dor, tinha algo haver com minha mãe", disse ela. "Talvez não tenha sido só depois que eu vi o filme, mas eu percebi, pensei em como eu não poderia ter sabido disso? Meu Deus, essa sou eu."
Original em inglês aqui.
sábado, 8 de junho de 2013
Tiger Eyes é destaque do The New York Times (Parte 1)
O "The New York Times" fez uma grande matéria sobre a chegada de "Tiger Eyes" aos cinemas. A autora Judy Blume e seu filho, Lawrence Blume foram entrevistados diretamente do apartamento de Judy e revelaram mais sobre essa experiência cinematográfica . A matéria é bem extensa e vamos dividir a sua tradução em duas partes. Confiram:
The New York Times:
"O Livro da mãe é filme de seu filho"
Parte 1:
![]() |
| Willa Holland, à esquerda, e Amy Jo Johnson em "Tiger Eyes, adaptação dirigida por Lawrence Blume e escrita por sua mãe, Judy Blume. |
| A autora Judy Blume, com seu filho Lawrence. |
"É uma paisagem com um quarto - Agora que você já viu", Judy Blume disse, sorrindo e fechando a janela de seu apartamento com vista para o Central Park West. Era de manhã e ainda estava tudo bem iluminado dentro de sua sala de estar, feita em cores suaves e madeira, com prateleiras recheadas de arte moderna e despretensiosa. Sobre o sofá pendia um bonito assemblage de nus femininos. (Alguns foram pintados por um amigo, Lincoln Perry, que é casado com a autora Ann Beattie. "Mas isso não é a Ann," Ms. Blume observou.
Ele foi decorado por outros amigos, o time de design "Roman and Williams", ou melhor, Robin Standefer e Stephen Alesch, que fizeram decorações para grandes empresas como o Ace Hotel, mas que tiveram seu início como decoradores em filmes. "Nós dissemos: 'Nós queremos viver em um set de filmagens de Robin e Stephen" Ms. Blume disse alegremente.
Ms. Blume, a amada autora de jovens adultos, crianças e pré-adolescentes, criadora de "Are You There, God? It's Me, Margaret e "Superfudge", e de vários crescidos romances populares, é também uma amante de cinema. Ela divide seu tempo entre Nova York e Key West, na Flórida, onde seu marido, George Cooper, a ajudou a iniciar uma organização sem fins lucrativos, uma casa de teatro e arte, conhecida como Tropic Cinema. Ms. Blume ofereceu-se para ser vendedora de ingressos: "Me disseram que eu era uma pessoa muito lenta para esse tipo de coisa", disse ela - que visita regularmente o local. É um hábito que ela teve desde a infância em Nova Jersey, quando seus pais a levaram ao cinema toda semana. "Toda semana eu chegava em casa e começava a atuar de todas as formas, em todas as partes", disse ela.
Aos 75, ela ainda tem grande inspirações, e escreve mais visivelmente no Twitter, onde tem uma presença calorosa e ativa. Em uma carreira que se estende por best-sellers e livros proibidos, piadas em seriados e acólitos de celebridades, a Sra. Blume só agora está começando a ver a primeira versão de seu trabalho virar um filme nos cinemas. A espera tem uma recompensa: "Olhos de Tigre", baseado em seu romance de 1981 de mesmo nome, dirigido por seu filho, Lawrence Blume, 49. Mãe e filho também escreveram o roteiro, e a Sra. Blume atuou como produtora, com Mr. Cooper como produtor executivo.
Para seu deleite óbvio, a Sra. Blume esteve envolvida na maioria dos aspectos dessa produção cinematográfica, e permaneceu no local das filmagens durante toda a sessão de 23 dias. O filme chega nesta sexta-feira para download e em mais de uma dúzia de cinemas em todo o país."Este foi um filme com um clima de casa de verdade", disse Blume. "Havia algo sobre nós dois estarmos um ao lado do outro lá, todos os dias, com toda equipe se reunindo ao redor."
Sua relação com o filho, como revelou em uma entrevista conjunta em seu apartamento, é divertida e casual - ela o chama de Larry e ele a chama de Judy - com espaço para a compreensão profissional. "Nós éramos muito bons um para o outro no set", disse ela. "Nós estávamos com idade suficiente para decidir: 'Vamos fazer este trabalho", e nós fizemos. E nós gostamos um do outro, de qualquer maneira."
A memória de estar no local a deixou com um sorriso prolongado. "Eu adorei, eu adorei!", Disse ela, explicando que, como escritora, ela tinha perdido a agitação de trabalhar em equipe. "Eu amava o cara astuto que fazia grelhados e sanduíches de queijo no set, e que acabou por ser um dos melhores dançarinos que eu já vi, sim, ele dançou na nossa festa de encerramento das filmagens. Eu amei o designer de produção, eu ter que ir para o seu escritório - ela tinha um sofá surrado, e ela me deixava ali, eu gostava de olhar para as paredes, queria ver todos os esboços. Eu queria me mover para dentro deles."
O filme tinha um baixo orçamento e os nomes nas cadeiras dos diretores foram pintados com spray. No entanto, a Sra. Blume levou a sua para casa dela. "Foi uma experiência única na minha vida", disse ela.
"Olhos de Tigre" é a história de uma adolescente, Davey, cujo pai é morto na loja de conveniência da família em Atlantic City. Na sequência, Davey, sua mãe perturbada, e seu irmão mais novo, mudam-se para Los Alamos, Novo México, para a casa de bondosos parentes. Ms. Blume, também, levou seu filho e filha de Nova Jersey para Los Alamos, depois de divorciar-se e casar-se com seu segundo marido, um físico. Lawrence leu o livro aos 18 anos, e sentiu-se como um peixe-fora-de-água morando em Los Alamos, assim como Davey.
"Eu ainda estava relacionado com a sua sensação de isolamento e eu estava tentando descobrir a vida por conta própria", disse ele. "E eu também pensei que o livro era muito cinematográfico. Eu podia vê-lo, quando eu lia: os canyons, os locais, toda a paisagem. Eu conseguia vê-los em minha mente, e eu pensei, 'Eu quero fazer disso em um filme. "
Embora ao longo dos anos vários produtores e pessoas do showbiz tenham feito convites a Sra. Blume, ela não havia conseguido chegar ao cinema. Ela e seu filho haviam trabalhado juntos em uma versão para a TV de "“Otherwise Known as Sheila the Great” para a ABC, em 1991, e ela também tinha uma mão na série "Fudge", de 1995 a 1997. "Isso não foi uma experiência feliz", disse ela. "Eram só um monte de lágrimas", porque ela não acha que o roteiro era lá aquelas coisas, mas não tinha nada a dizer sobre isso.
Então, quando o dinheiro - mais de $ 2 milhões - veio através de um filme, a Sra. Blume não teve dúvidas: seria "Olhos de tigre", dirigido por seu filho. Eles começaram a escrever o roteiro em 2009, trocando alguns pontos fortes. "Tive um passado como editor, então eu estava estruturado", disse Blume, que já dirigiu em 2002 a comédia cult "Martin & Orloff." "E então ela ficou com personagens e diálogos."
Ms. Blume disse: "Eu não sou tão estruturada. Por favor, não me fale de estrutura. Eu sou uma escritora natural - Espontânea, instintiva "
Mas, ambos adicionaram, que eles não discordam sobre cortar passagens para enxugar o roteiro. "Eu nunca fui uma escritora que tem medo de jogar as coisas fora", disse ela. "Não é assim que eu trabalho."
Ele foi decorado por outros amigos, o time de design "Roman and Williams", ou melhor, Robin Standefer e Stephen Alesch, que fizeram decorações para grandes empresas como o Ace Hotel, mas que tiveram seu início como decoradores em filmes. "Nós dissemos: 'Nós queremos viver em um set de filmagens de Robin e Stephen" Ms. Blume disse alegremente.
Ms. Blume, a amada autora de jovens adultos, crianças e pré-adolescentes, criadora de "Are You There, God? It's Me, Margaret e "Superfudge", e de vários crescidos romances populares, é também uma amante de cinema. Ela divide seu tempo entre Nova York e Key West, na Flórida, onde seu marido, George Cooper, a ajudou a iniciar uma organização sem fins lucrativos, uma casa de teatro e arte, conhecida como Tropic Cinema. Ms. Blume ofereceu-se para ser vendedora de ingressos: "Me disseram que eu era uma pessoa muito lenta para esse tipo de coisa", disse ela - que visita regularmente o local. É um hábito que ela teve desde a infância em Nova Jersey, quando seus pais a levaram ao cinema toda semana. "Toda semana eu chegava em casa e começava a atuar de todas as formas, em todas as partes", disse ela.
Aos 75, ela ainda tem grande inspirações, e escreve mais visivelmente no Twitter, onde tem uma presença calorosa e ativa. Em uma carreira que se estende por best-sellers e livros proibidos, piadas em seriados e acólitos de celebridades, a Sra. Blume só agora está começando a ver a primeira versão de seu trabalho virar um filme nos cinemas. A espera tem uma recompensa: "Olhos de Tigre", baseado em seu romance de 1981 de mesmo nome, dirigido por seu filho, Lawrence Blume, 49. Mãe e filho também escreveram o roteiro, e a Sra. Blume atuou como produtora, com Mr. Cooper como produtor executivo.
Para seu deleite óbvio, a Sra. Blume esteve envolvida na maioria dos aspectos dessa produção cinematográfica, e permaneceu no local das filmagens durante toda a sessão de 23 dias. O filme chega nesta sexta-feira para download e em mais de uma dúzia de cinemas em todo o país."Este foi um filme com um clima de casa de verdade", disse Blume. "Havia algo sobre nós dois estarmos um ao lado do outro lá, todos os dias, com toda equipe se reunindo ao redor."
Sua relação com o filho, como revelou em uma entrevista conjunta em seu apartamento, é divertida e casual - ela o chama de Larry e ele a chama de Judy - com espaço para a compreensão profissional. "Nós éramos muito bons um para o outro no set", disse ela. "Nós estávamos com idade suficiente para decidir: 'Vamos fazer este trabalho", e nós fizemos. E nós gostamos um do outro, de qualquer maneira."
A memória de estar no local a deixou com um sorriso prolongado. "Eu adorei, eu adorei!", Disse ela, explicando que, como escritora, ela tinha perdido a agitação de trabalhar em equipe. "Eu amava o cara astuto que fazia grelhados e sanduíches de queijo no set, e que acabou por ser um dos melhores dançarinos que eu já vi, sim, ele dançou na nossa festa de encerramento das filmagens. Eu amei o designer de produção, eu ter que ir para o seu escritório - ela tinha um sofá surrado, e ela me deixava ali, eu gostava de olhar para as paredes, queria ver todos os esboços. Eu queria me mover para dentro deles."
O filme tinha um baixo orçamento e os nomes nas cadeiras dos diretores foram pintados com spray. No entanto, a Sra. Blume levou a sua para casa dela. "Foi uma experiência única na minha vida", disse ela.
"Olhos de Tigre" é a história de uma adolescente, Davey, cujo pai é morto na loja de conveniência da família em Atlantic City. Na sequência, Davey, sua mãe perturbada, e seu irmão mais novo, mudam-se para Los Alamos, Novo México, para a casa de bondosos parentes. Ms. Blume, também, levou seu filho e filha de Nova Jersey para Los Alamos, depois de divorciar-se e casar-se com seu segundo marido, um físico. Lawrence leu o livro aos 18 anos, e sentiu-se como um peixe-fora-de-água morando em Los Alamos, assim como Davey.
"Eu ainda estava relacionado com a sua sensação de isolamento e eu estava tentando descobrir a vida por conta própria", disse ele. "E eu também pensei que o livro era muito cinematográfico. Eu podia vê-lo, quando eu lia: os canyons, os locais, toda a paisagem. Eu conseguia vê-los em minha mente, e eu pensei, 'Eu quero fazer disso em um filme. "
Embora ao longo dos anos vários produtores e pessoas do showbiz tenham feito convites a Sra. Blume, ela não havia conseguido chegar ao cinema. Ela e seu filho haviam trabalhado juntos em uma versão para a TV de "“Otherwise Known as Sheila the Great” para a ABC, em 1991, e ela também tinha uma mão na série "Fudge", de 1995 a 1997. "Isso não foi uma experiência feliz", disse ela. "Eram só um monte de lágrimas", porque ela não acha que o roteiro era lá aquelas coisas, mas não tinha nada a dizer sobre isso.
Então, quando o dinheiro - mais de $ 2 milhões - veio através de um filme, a Sra. Blume não teve dúvidas: seria "Olhos de tigre", dirigido por seu filho. Eles começaram a escrever o roteiro em 2009, trocando alguns pontos fortes. "Tive um passado como editor, então eu estava estruturado", disse Blume, que já dirigiu em 2002 a comédia cult "Martin & Orloff." "E então ela ficou com personagens e diálogos."
Ms. Blume disse: "Eu não sou tão estruturada. Por favor, não me fale de estrutura. Eu sou uma escritora natural - Espontânea, instintiva "
Mas, ambos adicionaram, que eles não discordam sobre cortar passagens para enxugar o roteiro. "Eu nunca fui uma escritora que tem medo de jogar as coisas fora", disse ela. "Não é assim que eu trabalho."
Original em inglês aqui.
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quarta-feira, 5 de junho de 2013
Livro "Tiger Eyes" ganha edição especial com a capa do filme
Desde sua primeira impressão em 1981, o livro "Tiger Eyes" já teve diversas capas, como vocês podem conferir aqui. Agora, com a chegada de sua versão para os cinemas, o livro será relançado com a capa do filme que traz o rosto de Willa Holland em meio a paisagem árida do caynon.
A nova edição do livro, irá conter páginas especiais chamadas "Behind the Scenes with Judy" com comentários e fotos exclusivas do filme e bastidores. Serão 16 páginas coloridas. Ficamos na torcida para essa edição especial também seja lançada no Brasil.
O livro já está em pré-venda no site da livraria Barnes & Noble e chegará as lojas e livrarias no dia 11 de Julho nos Estados Unidos..
Fonte:: CSmonitor.com
New York Post: Judy Blume está finalmente pronta para seu Hollywood Closeup
"Serei cuidadoso na maneira com que vou dizer isso", diz o filho de Judy Blume, Lawrence. "Não houve uma compreensão profunda, na comunidade de Hollywood, de como ela é incrivelmente popular. Quero dizer, ela vendeu 85 milhões de livros! Então, quantos filmes foram feitos da autora loucamente amada, romances sobre o processo desconcertante de crescer, incluindo Are You There God? It's Me, Margaret (a pré-adolescente que lida com seu corpo mudando), Deenie (um sonho de uma menina de 13 anos de idade, de ser um modelo termina quando ela é diagnosticada com escoliose) ou Forever (primeiras experiências sexuais em uma escola de alto nível)?"
Não seria nada.
Mesmo numa época em que as adaptações de filmes para jovens adultos dominam as bilheterias, de "Harry Potter" a "Crepúsculo" e "Jogos Vorazes", de alguma forma, as obras de Blume - estimada por gerações de leitoras - foram totalmente negligenciadas pela indústria cinematográfica.
Parece incompreensível que não haja nenhuma versão para o cinema de "Tales of a Fourth Grade Nothing" ou "Blubber" - este último, um conto de assédio moral, que hoje encaixaria-se perfeitamente no conceito atual.
Até agora, tinha sido assim. Mas mãe e filho finalmente, assumiram a responsabilidade com suas próprias mãos. O resultado é o filme "Tiger Eyes", que estreia sexta-feira nos cinemas americanos.
Adaptado do romance de 1981 de Blume, que conta a história da adolescente Davey Wexler (Willa Holland), que se muda de Atlantic City para Santa Fe com sua mãe (Amy Jo Johnson) e irmão (Lucien Dale) depois de seu pai ser morto a tiros durante um assalto à loja de conveniência da família.
Sem o conhecimento de Judy até alguns anos atrás, o livro sempre foi um dos favoritos de seu filho, Lawrence Blume. "Eu fiquei absolutamente chocada quando ele disse isso durante um Q&A (perguntas e respostas)", diz a autora, agora com 75 anos de idade.
"Essa é a minha história", Lawrence (49), ressalta. "Meus pais se separaram, e eu estava em Nova Jersey arrasado pelo meu pai - ele não morreu, graças a Deus - e mudamos para esta pequena cidade no Novo México. Essa montanha-russa emocional de ter de começar de novo, nessa idade delicada, realmente mexeu comigo. Quando eu li isso, eu imediatamente pensei, 'Eu quero fazer disso um filme um dia."
Em 2009, surgiu a oportunidade: Lawrence iria dirigir, e sua mãe seria co-autora e produtora e estaria presente durante todo o processo. De extrema importância para ambos foi o fato de certificarem-se de que os fãs do livro não se desapontariam - que poderiam reconhecer todos os pequenos detalhes que amavam no texto.
"Nós escrevemos o roteiro juntos", diz Judy, "e eu dizia coisas como, 'Você sabe, se não tivermos o Wolf, damos a Davey uma amostra da fruta quando eles estão no canyon.' Nós dois tentávamos ficar o mais fieis a ela emocionalmente, o quanto podíamos."
Ainda assim, há mudanças. No livro, Davey encontra um jovem chamado Wolf enquanto ela está caminhando, eles criam uma amizade, mas ele é apenas um rapaz fugazmente presente. No filme, o papel de Wolf (interpretado por Tatanka Means) é substancialmente alargado - e Judy diz que não sabe por que ela escreveu isso de outra maneira.
"Eu não posso acreditar que quando escrevi o livro, eu mandei-o embora!", Diz ela. "Eu pensei: 'O que eu estava pensando?' Você nunca poderia mandá-lo embora no filme. Ele é muito importante."
Quanto ao porquê de ter demorado tanto para o trabalho de Blume encontrar seu caminho para o cinema - houve um telefilme de "Forever", nos anos 70, e uma série de vida curta de "Fudge" nos anos 90 - Lawrence cita várias razões.
"Ela estava voltada para a escrita - não tinha qualquer ambição de chegar a Hollywood e fazer filmes", diz ele. "Mas ao longo dos anos, alguns cineastas maravilhosos vieram. Gus Van Sant disse uma vez que ele adoraria fazer 'Forever', e ela disse, 'Ótimo', e então ele foi para outros projetos, como eles fazem. Ela queria trabalhar com pessoas que tinham um certo nível de classe. Ela estava com medo de que fazendo isso mal, seria motivo de vergonha, ou seus fãs iriam ficar chateados."
Também, Judy acrescenta: "Eu não acho que todo livro precise ser um filme. Eu não tenho certeza, mas eu nunca faria do meu livro "Margaret", um longa. É um livro que virou tão pessoal para cada leitor - Um filme poderia ser somente o despertar de um público para se decepcionar."
Blume está extremamente orgulhosa do trabalho de seu filho em "Tiger Eyes." O único problema? Dada a ausência de vampiros, bruxos e lutas até a morte, é o caso da pequena escala com nenhum grande estúdio necessário para produzi-lo.
"Eu estava em uma livraria outro dia, e muitas jovens mulheres souberam que eu estava lá e vieram correndo para tirar fotos comigo", diz Judy. "E nenhuma delas sabia que havia um filme de" Tiger Eyes" prestes a ser lançado. Isso foi muito desanimador."
Mas Blume está esperançosa de que a palavra positiva de sua boca vai mudar isso. E ela ainda sabe como marcar seu realismo irresistível nos jovens leitores.
"As mães vêm até mim em sessões de autógrafos e descrevem o que elas dizem sobre meus livros a suas filhas, 'Estes foram os meus livros favoritos'", diz ela. "Eu digo: Parem com isso! Esse é um grande desvio! Se você quer que eles realmente leiam, então deixem os livros em casa e digam: Você não está pronto para ler isso ainda."
Notícia original aqui
Não seria nada.
| Judy Blume |
Mesmo numa época em que as adaptações de filmes para jovens adultos dominam as bilheterias, de "Harry Potter" a "Crepúsculo" e "Jogos Vorazes", de alguma forma, as obras de Blume - estimada por gerações de leitoras - foram totalmente negligenciadas pela indústria cinematográfica.
Parece incompreensível que não haja nenhuma versão para o cinema de "Tales of a Fourth Grade Nothing" ou "Blubber" - este último, um conto de assédio moral, que hoje encaixaria-se perfeitamente no conceito atual.
Até agora, tinha sido assim. Mas mãe e filho finalmente, assumiram a responsabilidade com suas próprias mãos. O resultado é o filme "Tiger Eyes", que estreia sexta-feira nos cinemas americanos.
Adaptado do romance de 1981 de Blume, que conta a história da adolescente Davey Wexler (Willa Holland), que se muda de Atlantic City para Santa Fe com sua mãe (Amy Jo Johnson) e irmão (Lucien Dale) depois de seu pai ser morto a tiros durante um assalto à loja de conveniência da família.
Sem o conhecimento de Judy até alguns anos atrás, o livro sempre foi um dos favoritos de seu filho, Lawrence Blume. "Eu fiquei absolutamente chocada quando ele disse isso durante um Q&A (perguntas e respostas)", diz a autora, agora com 75 anos de idade.
"Essa é a minha história", Lawrence (49), ressalta. "Meus pais se separaram, e eu estava em Nova Jersey arrasado pelo meu pai - ele não morreu, graças a Deus - e mudamos para esta pequena cidade no Novo México. Essa montanha-russa emocional de ter de começar de novo, nessa idade delicada, realmente mexeu comigo. Quando eu li isso, eu imediatamente pensei, 'Eu quero fazer disso um filme um dia."
Em 2009, surgiu a oportunidade: Lawrence iria dirigir, e sua mãe seria co-autora e produtora e estaria presente durante todo o processo. De extrema importância para ambos foi o fato de certificarem-se de que os fãs do livro não se desapontariam - que poderiam reconhecer todos os pequenos detalhes que amavam no texto.
"Nós escrevemos o roteiro juntos", diz Judy, "e eu dizia coisas como, 'Você sabe, se não tivermos o Wolf, damos a Davey uma amostra da fruta quando eles estão no canyon.' Nós dois tentávamos ficar o mais fieis a ela emocionalmente, o quanto podíamos."
Ainda assim, há mudanças. No livro, Davey encontra um jovem chamado Wolf enquanto ela está caminhando, eles criam uma amizade, mas ele é apenas um rapaz fugazmente presente. No filme, o papel de Wolf (interpretado por Tatanka Means) é substancialmente alargado - e Judy diz que não sabe por que ela escreveu isso de outra maneira.
"Eu não posso acreditar que quando escrevi o livro, eu mandei-o embora!", Diz ela. "Eu pensei: 'O que eu estava pensando?' Você nunca poderia mandá-lo embora no filme. Ele é muito importante."
Quanto ao porquê de ter demorado tanto para o trabalho de Blume encontrar seu caminho para o cinema - houve um telefilme de "Forever", nos anos 70, e uma série de vida curta de "Fudge" nos anos 90 - Lawrence cita várias razões.
"Ela estava voltada para a escrita - não tinha qualquer ambição de chegar a Hollywood e fazer filmes", diz ele. "Mas ao longo dos anos, alguns cineastas maravilhosos vieram. Gus Van Sant disse uma vez que ele adoraria fazer 'Forever', e ela disse, 'Ótimo', e então ele foi para outros projetos, como eles fazem. Ela queria trabalhar com pessoas que tinham um certo nível de classe. Ela estava com medo de que fazendo isso mal, seria motivo de vergonha, ou seus fãs iriam ficar chateados."
Também, Judy acrescenta: "Eu não acho que todo livro precise ser um filme. Eu não tenho certeza, mas eu nunca faria do meu livro "Margaret", um longa. É um livro que virou tão pessoal para cada leitor - Um filme poderia ser somente o despertar de um público para se decepcionar."
Blume está extremamente orgulhosa do trabalho de seu filho em "Tiger Eyes." O único problema? Dada a ausência de vampiros, bruxos e lutas até a morte, é o caso da pequena escala com nenhum grande estúdio necessário para produzi-lo.
"Eu estava em uma livraria outro dia, e muitas jovens mulheres souberam que eu estava lá e vieram correndo para tirar fotos comigo", diz Judy. "E nenhuma delas sabia que havia um filme de" Tiger Eyes" prestes a ser lançado. Isso foi muito desanimador."
Mas Blume está esperançosa de que a palavra positiva de sua boca vai mudar isso. E ela ainda sabe como marcar seu realismo irresistível nos jovens leitores.
"As mães vêm até mim em sessões de autógrafos e descrevem o que elas dizem sobre meus livros a suas filhas, 'Estes foram os meus livros favoritos'", diz ela. "Eu digo: Parem com isso! Esse é um grande desvio! Se você quer que eles realmente leiam, então deixem os livros em casa e digam: Você não está pronto para ler isso ainda."
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Fotos: Pré-estreia VIP do filme "Tiger Eyes"
Aconteceu no último dia 29, aconteceu a pré-estreia VIP do filme "Tiger
Eyes" em Los Angeles. O evento foi realizado pelo site HelloGiggles, da
atriz Zooey Deschanel. Estavam presentes no evento, a autora
Judy Blume, o diretor Lawrence Blume, Elise Eberle (a Jane em Tiger
Eyes) e Cynthia Stevenson (a tia Bitsy)
Confiram as fotos:
Creditos: Facebook Oficial
Pratos do evento:
Quer saber o que foi servido durante a festa VIP de Tiger Eyes neste fim de semana? Que tal uma receita direto da cozinha Blume! O director Lawrence Blume divulgou alguns de seus segredos culinários para o site Ramshackle Glam. Confiram aqui.
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